Foto: *Madrepérola BJ* - Autor: JET ... www.olhares.comNunca apreciei um livro de autoajuda. Para mim frases prontas não fazem muito sentido. Não são aplicáveis a minha vida. Sobre esse tipo de livro, falo com propriedade porque eu já li alguns. Agora, histórias e livros com exemplos reais, de pessoas reais, são interessantes porque sou uma observadora do tempo, das pessoas, dos fatos, e especialmente de mim mesma.
Estou sempre atenta, reconstruíndo meus conceitos para transformar minha qualidade de vida, e a vida dos que estão ao meu redor para melhor.
Pensando nisso, esbarrei-me em um livro, na internet, chamado: “Nunca é tarde demais”, por Amy Cohen. Uma mulher que imaginava chegar aos 30 anos, com a carreira definida, filhos e marido... Mas tudo desandou! Nascendo daí uma outra possibilidade; a possibilidade de uma jornada de novas descobertas e transformações.
Se você pega um limão e faz uma limonada, com certeza o incomodo do calor vai dá lugar ao frescor. É preciso agarrar as oportunidades e transformar a vida. Eu aprendi tanto! Puxa, quando olho pra mim imagino como seria ruim não ter vivido as dores de uma das fases da minha vida. Não seria justo! Sério mesmo. Isso não é auto-flagelo. É ver nas circunstancias das perdas, as possibilidades, e crescer a partir daí.
Eu me recriei. A menina que vos escreve já nasceu e morreu diversas vezes, depois da primeira queda, justamente por está sempre buscando. Ainda estou sendo lapidada, é verdade. Ainda tenho muito trabalho pela frente. Observei que eu não fico como ficava há alguns anos atrás: parada, vendo a vida passar achando que está tudo muito bem, obrigada!
Tenho projetos em escalas, sonhos ousados, planos ambiciosos (sem ansiedade). Tenho determinações para a minha vida, pelo menos, para os próximos dez anos!
Estou sempre atenta, reconstruíndo meus conceitos para transformar minha qualidade de vida, e a vida dos que estão ao meu redor para melhor.
Pensando nisso, esbarrei-me em um livro, na internet, chamado: “Nunca é tarde demais”, por Amy Cohen. Uma mulher que imaginava chegar aos 30 anos, com a carreira definida, filhos e marido... Mas tudo desandou! Nascendo daí uma outra possibilidade; a possibilidade de uma jornada de novas descobertas e transformações.
Se você pega um limão e faz uma limonada, com certeza o incomodo do calor vai dá lugar ao frescor. É preciso agarrar as oportunidades e transformar a vida. Eu aprendi tanto! Puxa, quando olho pra mim imagino como seria ruim não ter vivido as dores de uma das fases da minha vida. Não seria justo! Sério mesmo. Isso não é auto-flagelo. É ver nas circunstancias das perdas, as possibilidades, e crescer a partir daí.
Eu me recriei. A menina que vos escreve já nasceu e morreu diversas vezes, depois da primeira queda, justamente por está sempre buscando. Ainda estou sendo lapidada, é verdade. Ainda tenho muito trabalho pela frente. Observei que eu não fico como ficava há alguns anos atrás: parada, vendo a vida passar achando que está tudo muito bem, obrigada!
Tenho projetos em escalas, sonhos ousados, planos ambiciosos (sem ansiedade). Tenho determinações para a minha vida, pelo menos, para os próximos dez anos!
:O)


1 comentários:
Amiga, que saudade! Que bom que percebeu o valor do passado. Sabe, isso eu sempre tive dentro de mim, porque eu penso muito nas coisas que aconteceram e que acontecem comigo... eu fico brincando com os fatos na minha cabeça, fico analisando até entender o que aconteceu, ver se me fez crescer, se amadureceu e se já se foi - porque não pode ficar preso dentro da gente.
Só que você escreveu que tem planos e sonhos para uns 10 anos, e nisso, eu assumo, não consigo me educar.
Talvez porque eu entendi que não controlo minha vida - mesmo achando que controlava. Eu, Juliana, prefiro tracar alguns caminhos mentais, como decidir entre esse caminho ou o outro, e ai, faço escolhas, mas no final, é a vida que me conduz. Eu não me cobro mais.
Bom começo de semana para você!
Bjos, Jú
Postar um comentário